O Antenor, da loja de móveis, chegou para conciliar o lay-out da sala junto com o Peixoto. Perdemos um tempão para decidir o lugar do CPD, detalhes minúsculos de divisórias, pontos de energia, coisas assim. Eu não tenho a menor paciência para essas coisas, Rodrigo é que nasceu para isso, mas se eu ligasse para ele a cada minuto enlouqueceríamos todos.
Depois de mais de 1 hora de intermináveis definições é que fui me lembrar de perguntar ao Peixoto quanto ia custar a obra. Ele disse que iria em casa preparar o orçamento e depois me mandaria por e-mail. Nunca fiz uma obra assim : sem saber quanto custa e com o empreiteiro trabalhando a pleno vapor sem receber nada de sinal. Descobri que a toque de caixa, o fio de bigode ainda vale muito.
Deixei o escritório com um operário com cara de colono (expressão local para os gaúchos das áreas rurais) sentando a marreta para destruir a parede que separa as duas salas.
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